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Sorria

Sorria, o senso de humor faz bem à vida Sorria e a digestão será melhor Sorria, o espelho agradece Mesmo na reverência de um culto Sorrir não atrapalha a oração Sorria, isto faz bem aos músculos da face Sorria de si mesmo Dê um sorriso para as "verdades dos políticos" Quando alguém contar uma piada sem graça Sorria, sorria... Se o mundo te ofende e o faz chorar Tente um sorriso nem que seja amarelo Logo, logo haverá um arco-íris de gargalhar... Provoque e aceite sorrisos Jamais torne-se um debochado Quer um conselho? Sorria! Deus está filmando.
Acorde! Acorde homem! O sol o convida Para ver o florir... É hora da ciranda da vida: Animais, vegetais e minerais O lindo matiz respira e aspira Um cheiro bom! Acorde homem; só tu que hibernas! O que sonhas? Com as MATAS, aquela que tu matas Com a floresta, a pouca que resta Acorde homem, saia de tua toca! Troque um simples olhar com as flores Namore com as aves.... Sobrevoe bosques e lagos nas asas dos pássaros Acorde, banhe-te com o crepúsculo! Cante ao Criador Acorde homem para ver o mar e seus peixes! Antes que as nuvens radioativas toque a canção da morte Venha viver a vida Venha assistir a primavera, E aprender com as borboletas o processo da liberdade Homem não durma a vida inteira Venha lambusar-te de mel E aprender com as abelhas O belo da primavera E muito mais, saber que Deus nunca dorme
Na janela Moça, caminhe devagar sob minha janela Eu sonho uma canção, ela é pra você Da melodia sai uma rosa Ela é pra você Pode cheirá-la, pode guardá-la Ela é pra você Uma rosa dura muito pouco Moça, caminhe devagar sob minha janela Sou maestro de mim mesmo Neste gesto de te ver Na canção há um perfume que não sabe mentir Não fique assustada; sorria Moça, hoje eu quero ser gente Seguir em frente, atrás do seu amor... Esta rosa não pode ficar jogada ao chão Moça, caminhe bem devagar sob minha janela Esta é a paisagem mais bela! A janela fez-se moldura Minha canção com ternura Este lindo canto pintou

O Nascimento de um Natal

As dores já são notadas A raça humana grávida em sua lenda Geme a ilusão e, aos poucos, desponta o "Natal" A cidade não transformada, simplesmente pintada Luzes, canções que vão embalando o "Natal" dos homens Espantando o NATAL de DEUS Os dementes mentem...mentem... O aclamado, o proclamado Papai Noel O pai das pobres criaturinhas Tem boca mas não fala Tem olhos mas não vê O astro maior no circo dos homens pagãos Em suas mãos é entregue a chave do consumo O velhinho com cores de fogo Com um saco cheio de pó e nó Festas, bebidas, presentes e mesas... As reflexões: comer e beber... O carnal natal Nascem tudo e todos Só não o Menino Deus A cidade está superlotada Não há vaga para ti Jesus!... Óh corações, óh criaturas de todos os confins Sejam a Belém Jesus Cristo precisa nascer Para ser verdadeiro O NATAL.

O capitão

N Naveguei em muitos barcos Sem um destino certo No certo eu não navegava Flutuava agarrando-me a qualquer elemento Mas um dia embarquei no barco Eternidade Como um clandestino embarquei n ão lançado fora embarquei Rumo ao Norte verdadeiro Um dos tripulantes chamado Mateus Contou-me sua maior aventura Um outro cujo nome era Marcos Contou-me as historia que ele ouviu do Capitão... Um tripulante chamado Lucas Falou-me sobre os feitos e o saber do Capitão Bem ao lado, um outro chamado João Falou-me: Ele acalmou o mar e fez cessar os ventos O Capitão sabia tudo sobre a terra Tudo sobre os homens Tudo sobre a morte Sobretudo sabia o que era a vida No seu barco Eternidade havia lugar para todos Pobres, ricos e todos marginalizados As crianças ele as queria bem próximo Sabia dos medos, das dúvidas Sabia compreender Sabia Amar No barco a multidão ...! Um paralítico depois do encontro com o Capitão Pude vê-lo saltando Um cego depois do encontro pode ver a beleza do mar Quem é o Capitão? Foi aí...

Canção do caboclo

Canção do Caboclo Nas águas correntes Vidas novas Terra úmida, sol quente Viajando livremente Encontrei nas águas Caboclos em casas fincadas em água Comiam farinha e peixes E mais nada Imensidão de aves bonitas Araras,tucanos,macacos pulando... O homem remando Mas preso ficando Nas correntes das águas Suas heranças deixadas Caminhos de igarapés Sem vizinhos Sem cercas Os pés molhados Uma vida amarga Um mar doce e mais nada

Minha Mãe

Não abraçou e nem compreendia as ideologias do mundo, só a Ideologia das mães: lavar, passar, cozer e ver os seus filhos felizes. Logo cedinho, seu aroma invadia-me uma agilidade a toda prova; Não esqueço sua voz que diazia: o café está na mesa. Não sabia de estética mas nunca queria me ver despentiado. Seu universo era o lar; '' Escove os dentes, escove os sapatos"; Sempre o infalível afeto matutino. "Seja um homem meu filho, estude".... Oh! que saudade de suas mãos acariciando meu rosto e de seus beijos. Minhas roupas simples mas bem passadas; posso ver em minhas memórias ,as mesmas mãos irritadas por causa do sabão. Quando ordenava que eu fosse a quitanda, fazia uma lista. Sua ortografia não correta, comunicava por demais. Minha doce mãe, sem nenhuma formação escolar mas sabia a geografia das mães: O solo correto mostrou-me, sim foi ela quem ensinou-me a plantar uma árvore pela primeira vez. Ecologia? Ela nunca ouviu falar tal palavra mas o que os panfletos e ...