terça-feira, 23 de novembro de 2010

Insofismável


Flor de papel
O beija-flor se ilude
O homem engana a muitos
E se engana
Imagem em Cera
Rascunho de um ser
Em veredas escuras
Sabe palavras de guerras
Se guiando por estrelas
Atitudes frias
Inquietações
Fala o que não vive
Vive e não fala
Alguém está chorando lá fora
Estou em minha hora
A Sofismar a verdade
Teoria, opinião, religião
A verdade é a vítima
Mundo cão
Solitário e solidão
Morte sem perdão
Mundo caos
Oráculos de fortunas
Escuridão...
O Insofismável
Ama em todas as circuntâncias
Em todas as línguas
Com todas as raças
O imultável o indescritível
O insondável
Preço de uma Vida
A leveza de uma paz
A certeza de todas as manhãs
O sol de todas as vidas
O Deus que se fez homem
O Insofismável ... eternamente...
Semente do amor
A quem se faz de jardim.
Conhecerá seu Insofismável perfume
Sentindo junto a ele
O verdadeiro existir.

4 comentários:

  1. Olá meu amigo, passando para como sempre conferir as suas anotações, e que por sinal nunca me decepcionam abraços!!

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  2. Nossa meu querido amigo, que poema magnifico você fez para colorir os olhos e a alma de seus leitores...
    As flores artificiais enganam os passarinhos, assim como a vida encoberta pela manta da inverdade, enganam os homens que se iludem com o falso ao dispor da humanidade...
    Viva nós que gostamos do simples e da harmonia não é? Rs
    Um abração meu amigo que Deus ilumine teu fim de semana.

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  3. Oh, meu querido amigo, obrigada pelas tuas palavras carinhosas, tenhas certeza de que quando nos fazemos chuva para alegria de alguém fazemos nascer flores que vão perfuma também as nossas veredas...
    Que Deus te abençoe.

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